Visita à Sala São Paulo

Feriado é tempo de blogar, afinal desde março eu não conseguia escrever nada por aqui. #shameonme
Além do mais, com quatro dias de descanso (Páscoa + Tiradentes) dá tempo de sobra para descansar e curtir São Paulo vazia, fazendo passeios baratinhos e bacanas.

Para quem mora em São Paulo a dica da vez é a visita monitorada à Sala São Paulo. Fui no sábado, dia que a visita é grátis, e adorei o passeio! Indico para quem gosta história, arquitetura e, claro, acústica! A Sala São Paulo, onde a OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) ensaia e se apresenta , é uma das três melhores em aúdio e acústica no mundo. Sério, é de tirar o fôlego ver a tecnologia empregada nos espetáculos. Para vocês terem noção, o forro da sala é móvel e abaixa e levanta conforme o tipo de peça que será apresentada pela orquestra.

Durante a visita, dá para entender toda a história do edifício da Estrada de Ferro Sorocabana, aquele prédio lindo onde fica a Sala São Paulo. São 50 minutos de monitoria, que passa pela arquitetura, história do café e das estradas de ferro do Brasil, da OSESP, e até testes de acústica dentro da Sala São Paulo.

Mal posso esperar para assistir um espetáculo lá. O mais legal é que dá para ir sem pagar nada: todo domingo tem concertos matinais de graça! Quando eu for, conto aqui (:

Ladrilho Sala São Paulo

Ladrilhos com mosaicos que representam as folhas de café, produto escoado pelos trens que passavam na estação | Slipper da Corello

Folhas de café nas portas do edifício

Folhas de café nas portas do edifício

Estação Julio Prestes

Estação Julio Prestes

 

Uma das cúpulas do edifício

Uma das cúpulas do edifício

cúpula sala são paulo

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Sala São Paulo

Este salão é alugado para eventos

Sala São Paulo Lustre

Lustre espanhol

 

Vitral sala são paulo

O vitral foi feito por alemães

A exuberante Sala São Paulo e seu forro rebaixável

A exuberante Sala São Paulo e seu forro rebaixável

Arquitetura Sala São Paulo

Relógio da Estação da Luz, visto da Estação Júlio Prestes

Relógio da Estação da Luz, visto da Estação Júlio Prestes

Prédio da Estação Pinacoteca

Prédio da Estação Pinacoteca

Eu e o Alan, sendo esquisitos depois da visitação

Eu e o Alan sendo esquisitos depois da visitação

Visitação à Sala São Paulo

Preços – De segunda a sexta-feira: R$5,00 por pessoa. Aos sábados e domingos: grátis.

Agendamento – Para grupos acima de dez pessoas o agendamento é necessário. Para grupos menores é bom agendar para garantir o ingresso, senão é chegar lá e esperar para ver se tem ingresso.

Informações de agendamento –  visita@osesp.art.br ou (11) 3367-9573

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Destrua Este Diário – Passo a passo

Destrua este diário passo a passo 1

Pois é, eu nunca tinha ouvido falar desse “livro”. Não tenho muito o costume de ler resenhas de livros pela internet. A menos que eu queira ler um específico, aí sim eu vou atrás da resenha. Fora isso não gosto muito, porque sei que não vou me interessar pelo o que todo mundo está resenhando (meu gosto é muito específico).

Por isso, nunca tinha ouvido falar desse livro até que… TCHARAM: ele apareceu no meu feed do Instagram. Fui, como faço com todo livro que me interessa, dar um googada. Para minha surpresa, achei o livro um máximo de divertido!Adorei a ideia de interagir de modo não-convencional com ele!

Para quem nunca ouviu falar, o “Destrua Este Diário”, é um dos livros da Keri Smith e propõe que você exercite sua criatividade, brincando com o livro de forma inusitada.

Resultado: comprei o meu e resolvi ir registrando aqui no blog o processo de destruição do meu diário. : )
Sempre que tiver mais destruição nova, eu mostro aqui para vocês. Espero que gostem, porque eu estou amando! ❤

destrua este diário enumerar páginas

Uma das primeiras “atividades” é enumerar as páginas do diário. Estou tentando explorar minha interpretação de cada uma das atividades, então escolhi usar números egípcios (o Fanton, que trabalha comigo, me ajudou nessa). Fiz até uma colinha para ajudar na hora de colocar os números, mas não terminei de escrever em todas as páginas porque é muita coisa. : (

destrua este diário arrebentar a lombada

Esta parte foi legal. A palavra “arrebente” me lembrou um documentário que eu tinha visto no dia anterior, o Surplus. Resolvi escrever uma frase que o John Zerzan (filósofo anorco-primitivista) diz no filme. Achei legal registrar todas ações físicas com algum desenho e/ou frase.

destrua este diário lombada

A famigerada lombada do livro quebrada. Que dó! haha

destrua este diário deixando a página em branco

Esta e uma das páginas mais irônicas do livro todo. Uma página preta, que deve ser deixada EM BRANCO. haha
Pintei com lápis branco!

destrua este diário esfregue um pouco com um lápis

Esta página dizia que era para esfregar um lápis. Como eu estou tentando ao máximo explorar minha criatividade, lembrei de uma brincadeira de criança: registrar os relevos de moedas! Aproveitei e coloquei a frase de algum rap que eu não me recordo mais. O fato é esse mesmo, há tempos eu não corro mais atrás do ouro dos tolos pura & simplesmente.

destrua este diário esfregue um pouco de lápis

destrua este diário suba bem alto, deixe o diário cair

Aí está! Uma página em que a ação é física. Achei esse recorte de uma menina voando e achei que caberia perfeitamente na página, para ilustrar a ação. (:

destrua este diário suba aqui

Minha formação é em jornalismo e eu não sei desenhar e não tenho material de desenho em casa. Por isso, me viro com o que acho por aí. Esse registro dos meus pés foi feito com base de maquiagem, acreditam? Era uma que eu não usava porque não gostava da textura. Achei um ótimo fim para ela, servir de tinta para meus pés! haha

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Página de aletoriedades, com uma folha que veio ao meu encontro antes de uma chuvona.

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Sim! Eu lambi o dedo e passei por partes do desenho, haha. No mínimo: divertido!

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Circulando palavras que eu gosto, nos recortes de revistas.

  • Onde eu começo a destruição?

Para quem achou bacana: o livro raramente passa de R$ 20,00, pelo menos foi o que eu vi quando googuei-o.
Eu comprei o meu na Fnac, foi R$16 e chegou em um dia pelos Correios! Acho que vale a pena! (:

Beijos e até a próxima!

São Paulo do 26º andar

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Já faz um mês (sei que faz tempo, mas antes eu não tinha blog para contar, então estou perdoada, né?) que eu fui com o namorado conhecer o Edifício Martinelli, em São Paulo. Não gastamos um-tostão-de-dilmas para visitar o prédio e ter uma vista panorâmica de São Paulo. A visitação dura de 15 a 20 minutos e é grátis!

Justamente por ser gratuito, esse era um passeio que há meses eu queria fazer, mas nunca conseguia conciliar os horários das minhas aulas de inglês com a visitação ao prédio. Até que, por um milagre de Xêsus, deu uma folga e pudemos aproveitar um sábado ensolarado lá do altão.

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É super simples: só chegar no prédio, preencher uma ficha e subir. Um bombeiro/monitor faz o papel de guia turístico e conta um pouco da história do prédio e do Conde Martinelli. A construção começou em 1924 . Durante anos, só existia o Ed. Martinelli naquela região. Nos arredores, apenas vilarejos e fazendas de café. Imagina a paz e o silêncio que não deveria ser, né?

Aliás, alguma coisa dessa paz ainda está no prédio. Foi incrível ver Sampa lá do alto — principalmente o centro velho e as torres da Av. Paulista — parece que, naquela altura, todo o corre-corre lá embaixo não faz sentido algum.

É um passeio que eu super recomendo para quem vem visitar São Paulo, mas principalmente para quem mora aqui e nunca foi. Existem um montão de atividades grátis que a gente não aproveita por preguiça & falta de tempo. Então, bora tirar a bunda da cadeira do PC e conhecer um pouco da cultura do nosso bairro/cidade/estado/país. (:

Agora, eu quero conhecer o terraço do Banespão, que fica ao lado do Martinelli. Quando eu for, conto aqui!

 

Visitações: Av. São João, 35 – Centro (pertinho do Metrô São Bento)
Seg. a sex., das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30; sáb. das 10h às 13h00
Entrada gratuita e sem agendamento

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