Sobre mudar por dentro (e por fora)

Meu cabelo em janeiro de 2014. Não sinto saudades (:

Meu cabelo em janeiro de 2014. Não sinto saudades (:

Desde o início de março eu comecei uma nova fase na minha vida. Resolvi que era hora de me conhecer melhor, lapidar algumas coisas em mim e viver de forma mais harmoniosa com as pessoas ao meu redor e com o mundo em si.

A decisão? Fazer terapia! Meu namorado já fazia há um ano e só falava maravilhas sobre isso. Eu mesma conseguia pereber nitidamente a diferença que o processo terapeutico tinha feito na vida dele (e na nossa, por consequência). Em meio aos meus defeitos (e as brigas que eu arrumo por causa deles), resolvi começar.

E, para minha surpresa: eu amei! Dava para encher um caderno com o tanto de coisas que eu descobri sobre mim. Coisas palpáveis, que eu só não havia percebido porque sou distraída demais. Minha psicóloga analisa meus sonhos, decifra coisas que meu inconsciente grita, me dá opiniões e puxões de orelha. Tudo isso me dá motivação para seguir alguns rumos, pensar e observar novas coisas e tomar as rédeas da MINHA VIDA.

Hoje, quatro meses depois, sinto que a mudança está cada dia mais forte dentro de mim. Não tenho mais vontade de ser como todo mundo é ou perseguir padrões. Quero só viver minha vidinha, com as coisinhas que eu gosto e que me fazem bem, e fazê-la dar certo ao lado de quem eu amo.

Por querer a cada dia mais “ser eu”, resolvi dar uma cara nova a mim mesma, com um novo corte de cabelo e novas sobrancelhas. Sejam bem-vindos à nova eu, que sempre esteve aqui:

Meu novo cabelinho. Dois palmos mais curto, com mais o meu jeitinho. Aprovam?

Meu novo cabelinho. Dois palmos mais curto, com mais o meu jeitinho. Aprovam?

Olha que enorme estava meu cabelo. Já tinha passado da hora de meter a tesoura, né?

Olha que enorme estava meu cabelo. Já tinha passado da hora de meter a tesoura, né?

 

Sobre o corte e coloração: Cheguei decidida que iria cortar BEM o cabelo. Mostrei algumas fotos de referência para o cabeleireiro, e ele sugeriu algo como a Alexa Chung nesta foto (levando em conta, claro que eu não tenho nem 1/3 da beleza dela e meu cabelo é liso-escorrido). Daí, pronto. Ele cortou na altura dos ombros e fez um ombré de leve, mais para trazer luminosidade do que deixar mega-loiro. Eu curti bastante, porque iluminou meu rosto e deixou o cabelo mais jovial e “mudérninho”. Vocês aprovam? (:

Rodrigo Zucco, meu querido, trabalhando em uma cliente antes de mim. Ele arrasa em tudo que faz!

Rodrigo Zucco, meu querido, trabalhando em uma cliente antes de mim. Ele arrasa em tudo que faz!

Sobre o salão: eu sou viciada e apaixonada pelo Retrô Hair, aquele salão lindo na Rua Augusta, em SP. Já cortei meu cabelo lá uma vez, com o Rodrigo Zucco e voltei novamente para entregar as madeixas nas mãos dele. ❤

Confio de olhos fechados no trabalho dele, na qualidade do salão e adoro todo mundo daquele lugar. Sem brincadeira, o serviço é tão bom que eu fiquei 10 meses sem mexer no meu cabelo (só fazia aquelas hidratações de 3 minutos, no banho) e ele não ficou espigado, nem quebrado, nem cheio de pontas duplas. Retrô é coisa linda de Deus, e o Rodrigo é Deus! hahaha

Ah, e lá é aquele esquema: você corta o cabelo, ganha massagem e ainda pode tomar cerveja durante todo o processo (e também fofocar com o hair stylist).

A decoração é um amor <3

A decoração é um amor ❤

Preço: o preço do Retrô é meio salgadinho. Só o corte custa R$ 80, para vocês terem noção. Mas é aquilo de sempre: depende do que você está comprando, né? Quando vou lá, vou para ser bem atendida, tomar cerveja, ver gente estilosa e viver um pouco daquela atmosfera/experiência do salão. Fora o serviço que, como eu comentei ali em cima, é espetacular! Portanto, para mim vale cada suado centavo. E outra: eu vou lá no máximo duas vezes ao ano, porque o cabelo demora de ficar feio, então é um luxo que compensa, né? Afinal, eu trabalho cinco dias por semana. Mereço, poxa! (:

Espero que vocês gostem da minha mudança tanto quanto eu gostei e também sintam-se inspiradas a mudar. É sempre bom fazer energia circular.
Um grande beijo!

 

Retrô Hair
11 3100 1680 //// 3151 5820
Rua Augusta, 902 . São Paulo.

*Este post não é um publieditorial (tadinha de mim, né?), é só porque eu gosto muito do salão mesmo.

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Turbantes: Onde comprar e como usar

 

Quem me conhece sabe do meu amor pela cultura africana. Adoro e me envolvo em tudo que tem referência negra: procuro estudar um pouco das religiões, ouço muita música, admiro artistas plásticos, curto referências de moda e, óbvio, de beleza. Invejo e muito as meninas que têm cabelo crespo e podem abusar do volume. Fico #chatiada porque não posso usar black power.

Mas meninas de cabelo liso-murcho-escorrido como o meu, podem experimentar outra coisa: turbantes!

Não precisa ter um super volumão no cabelo.

Não precisa ter um super volumão no cabelo.

Quando visitei a Sala São Paulo (contei da visita nesse post aqui), a monitora usava um turbante lindo & verde & estampado. Morri de vontade de ter um, óbvio. Então, nas buscas pela internet, encontrei uma loja que valoriza muito a cultura negra e ainda vende turbantes MARAVILHOSOS: a Boutique de Krioula.

Ainda não pedi o meu porque to indecisa entre cores e estampas. Socorro! E não adianta comprar vários se eu não souber amarrar nenhum, né? Por enquanto, fiquei vendo vídeos pra entender melhor a amarração. Vou testar com lenços que já tenho em casa e aí vejo se minha habilidade me permite a compra. rs

Enquanto isso, treinem comigo:

Tutorial da boutique de Krioula, com uma amarração simples e outra mais elaborada.

A dyva Rita Eci ensinando alguns jeitos maravilhosos, que não sei se ornam no meu cabelin mixuruco. Mas vou tentar! (:

E um jeito mais simplão de todos

 

Se alguém tiver mais alguma dica de turbante, me avise. ❤